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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Atividade para crianças » Desenho para colorir de Nossa Senhora Aparecida

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Por Melissa Bergonso
 
Hoje, além de reunirmos nossa família para rezar em honra a Nossa Senhora, também podemos proporcionar alguma atividade divertida e educativa para nossos filhos. Então, que tal contar a história de Nossa Senhora Aparecida para as crianças enquanto elas pintam o desenho abaixo?
 
Nossa Senhora Aparecida - Clique na imagem para que ela abra no tamanho original em outra página
(Clique na imagem para que ela abra no tamanho original em outra página)
 
Um santo e abençoado dia a todos!!
 
E Salve a Virgem Aparecida, Senhora, Rainha e Padroeira do Brasil!!!
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Salve ó Virgem, honra de nossa terra!

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Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!Salve ó Virgem, honra de nossa terra, a quem rendemos um culto de piedade e veneração, a quem chamamos com o belo nome de Aparecida.
 
Quem poderá contar, ó doce Mãe, quantas graças, durante tantos anos Vós dispensastes ao povo brasileiro, compadecida de nossos males?
 
Quisemos cingir Vossa cabeça sagrada com uma coroa de ouro, que vos é devida por tantos títulos: continuai a dobrar-vos benignamente às nossas preces.
 
Quando erguemos ao céu nossas mãos suplicantes, ouvi clemente os nossos rogos, ó Virgem: conservai nossas almas afastadas da culpa e por fim conduzi-nos ao céu.
 
Salvação, honra e poder Àquele que, uno e trino, nos fulgores de seu trono celeste, governa e rege todo o universo. Amém.
 
V. A Vossa Imaculada Conceição, ó Virgem Mãe de Deus.
R. Anunciou a alegria ao mundo todo.
 
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Manual dos Congregados Marianos. São Paulo: Ambrosiana - Cia. Gráfica e Editorial, 1954, p.288.
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Salve, ó Virgem Maria, Mãe Aparecida, Senhora, Rainha e Padroeira do Brasil!

11 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Hoje, 12 de Outubro, comemoramos o dia de Nossa Senhora Aparecida, Senhora, Rainha e Padroeira do Brasil, e nossa Mãe!!
 
Como é bom ter Maria Santíssima por Mãe! Nós, católicos, somos muito felizes. Infelizes são aqueles que A rejeitam, e mais infelizes ainda são os que A ofendem; estes, na realidade, são desgraçados. Como ousam injuriar Aquela que é toda pura e toda cheia de graça, escolhida por Deus para dar à luz ao Salvador? Nosso Senhor Jesus Cristo não deixará impune aqueles que ofendem Sua puríssima Mãe. Vamos aproveitar, então, neste dia de hoje, para também fazer atos de amor para Nossa Santíssima Mãe do Céu e atos de reparação por todas as injúrias e blasfêmias que são ditas contra Aquela que foi escolhida para ser Mãe de Deus. Rezemos especialmente o santo Rosário neste dia, oferecendo assim uma coroa de rosas à nossa Mãe querida.
 
Já que no Brasil hoje também se comemora o suposto “dia das crianças” [dia que beneficia somente o comércio com suas vendas exacerbadas e lucros exorbitantes, porque as crianças mesmo continuam vivendo num mundo que recusa amar e temer a Deus e que prega tudo quanto é tipo de ideologia a favor do materialismo e contra a moral e a família cristã], vamos rezar para que Nossa Senhora Aparecida interceda em favor de nossas crianças e que as guarde de todo o mal que este mundo insano tem vomitado, dia após dia, contra a inocência e a pureza de nossos filhos.
 

Abençoai, ó Rainha de amor e misericórdia, abençoai, defendei, salvai o vosso Brasil! Protegei a Santa Igreja, preservai a nossa fé, defendei o Santo Padre, assisti os nossos Bispos. Santificai o nosso clero, socorrei as nossas famílias, amparai o nosso povo, esclarecei o nosso governo, guiai a nossa gente no caminho do céu e da felicidade. (Extraído da oração de Consagração do Brasil a Nossa Senhora Aparecida)

Salve, ó Virgem Maria, Mãe Aparecida, Senhora, Rainha e Padroeira do Brasil!
 
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

12 de Outubro: Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil - Orações

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ORAÇÃO

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos anjos, advogada dos pecadores, refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, Virgem Santíssima , cheia de poder e de bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos pos vós, em todas as necessidades em que nos achamos. Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome, e implorado vossa singular proteção, fosse pos vós abandonado. Animado com esta confiança, a vós recorremos; tomamo-vos de hoje para sempre por nossa Mãe, nossa protetora, consolação e guia, esperança e luz na hora da morte. Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e a vosso santíssimo Filho Jesus. Preservai-nos de todos os perigos da alma do corpo; dirigi-nos em todos os negócios espirituais e temporais; livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, possamos um dia ver-vos e amar-vos da eterna glória, por todos os séculos dos séculos. Amém.


CONSAGRAÇÃO DO BRASIL A NOSSA SENHORA APARECIDA

Ó Maria imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, aqui tendes prostrado diante da vossa milagrosa imagem o Brasil, que vem de novo consagrar-se à vossa maternal proteção.

Escolhendo-vos por especial padroeira e advogada da nossa pátria, nós queremos que ela seja inteiramente vossa.

Vossa a sua natureza sem par, vossas as suas riquezas, vossos os campos e as montanhas, os vales e os rios, vossa a sociedade, vossos os lares e seus habitantes, com os seus corações e tudo que eles têm e possuem; vosso, enfim, é todo o Brasil.

Sim, ó Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!

Por vossa intercessão, temos recebido todos os bens das mãos de Deus, e todos os bens esperamos receber, ainda e sempre, por vossa intercessão.

Abençoai, pois, o Brasil que vos ama, abençoai o Brasil que vos agradece, abençoai o Brasil que é vosso.

Abençoai, ó Rainha de amor e misericórdia, abençoai, defendei, salvai o vosso Brasil!

Protegei a Santa Igreja, preservai a nossa fé, defendei o Santo Padre, assisti os nossos Bispos. Santificai o nosso clero, socorrei as nossas famílias, amparai o nosso povo, esclarecei o nosso governo, guiai a nossa gente no caminho do céu e da felicidade.

Ó Senhora da Conceição Aparecida! Lembrai-vos de que somos e queremos ser vossos vassalos e súditos fiéis. Mas lembrai-vos também de que somos e queremos ser vossos filhos. Mostrai, pois, ante o céu e a terra que sois a padroeira poderosa do Brasil e a Mãe querida de todo o povo brasileiro.

Sim, ó Rainha do Brasil, ó Mãe de todos os brasileiros, venha sempre mais a nós o vosso reino de amor, e por vossa mediação venha à nossa pátria o reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso! Amém.

(Fonte: MANUAL DA PARÓQUIA, Petrópolis: Vozes, 1950. p.205-206)

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EVANGELHO DA MISSA
(Lc. I, 26-28)

“Naquele tempo, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um varão, cujo nome era José, da casa de David, e o nome da Virgem era Maria. E, entrando o anjo onde ela estava, lhe disse: Eu vos saúdo, cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres”.


REFLEXÕES

A grande devoção, que o povo brasileiro tem a Nossa Senhora Aparecida, atrai sobre os fiéis de todo este vasto continente sul-americano as graças que o céu derrama pelas mãos misericordiosíssimas da Virgem imaculada, a Santíssima Mãe de Deus. Não é possível à força humana descrever todos os frutos benditos da devoção a Nossa Senhora Aparecida.

Para sermos participantes dos favores e da proteção desta boa Mãe e Padroeira do Brasil, devemos imitar as suas virtudes, principalmente sua profunda humildade.

Maria, modelo de humildade.

A humildade é a base da perfeição. Se queres levantar o edifício espiritual, escreve Santo Agostinho, pensa primeiro no alicerce que é a humildade. Esta deve ser profundíssima, porque o edifício remonta a Deus.

A primeira condição exigida para que o homem adquira virtudes, é conhecer a si mesmo; é saber o que é na realidade, e proceder de acordo com esse conhecimento.

Dessa virtude fundamental é modelo exímio a Virgem imaculada.

A humildade é a íntima persuasão do nosso nada, da nossa total dependência de Deus, de quem tudo recebemos e a quem devemos tudo referir. Quando falamos de acordo com essa íntima convicção, temos a humildade nas palavras.

Quando nossas ações traduzem essa persuasão, temos a humildade na prática.

Ser humildes é termos convicção da nossa miséria, da nossa fraqueza e do nosso nada; é fugir da estima exagerada dos dons e dignidades que possuímos, considerando-as como coisas que pertencem a Deus e não a nós.

Maria Santíssima se declara ancilla Dómini – serva do Senhor. Reconhece que tudo o que tem e o que é deve a Deus: respexit humilitatem ancillae suae... fecit mihi magna qui potens est...

Traduziu a sua humildade interior, não só nas palavras, mas também em todos os atos da sua vida.

No templo serve a Deus... recebe por esposo um humilde operário... vive na modestíssima casa de Nazaré... obedece às autoridades civis, como se fora o último dos súditos... abriga-se num estábulo como o mais miserável dos mendigos... sujeita-se ao rito de purificação, como se fora uma pecadora... submete-se inteiramente à vontade do seu Criador.

Foi verdadeiramente humilde nos afetos, nas palavras e nas ações.

Imitemo-la. A humildade se funda na verdade. Na realidade nada temos que seja nosso, nada somos por nossas próprias forças: quid habes quod non accepisti?

Nenhum motivo temos para procurar a nossa própria glória... Razões nos sobram para nos confundirmos: somos miseráveis pecadores. A nossa verdadeira glória consiste em glorificarmos a Deus, a quem é devida toda a honra.

(Fonte: MANUAL DA PARÓQUIA, Petrópolis: Vozes, 1950. p.551-553)
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Nossa Senhora Aparecida – 12 de Outubro

2 comentários:
Nossa Senhora AparecidaEra no fim de setembro de 1717. Dom Pedro de Almeida, conde de Assumár, novo governador de São Paulo, há pouco chegado de Portugal, tomara posse do seu alto cargo, na vila de São Paulo, a 4 de setembro do mesmo ano de 1717.
 
Negócio urgentes exigiam sua presença imediata em Vila Rica, hoje Ouro Preto. Empreendeu logo a viagem de São Paulo para o território das minas. Então, como hoje, o caminho era seguir o vale do Paraíba até quase metade da viagem e passar por Guaratinguetá.
 
No intuito de honrar o novo governador e merecer-lhe os favores, a Câmara desta vila de Guaratinguetá ordenou aos pescadores que trouxessem para o ilustre viajante todo o peixe que pudessem apanhar.
 
Na expectativa de bom salário e também para agradar ao preclaro visitante, muitos moradores corresponderam ao convite da Câmara. Ente outros, a tradição conservou os nomes de três: Domingos Garcia, João Alves, e Felipe Pedroso, não que tivessem mais qualidades que os outros, mas porque a Providência lhes outorgou a felicidade de retirar do rio a imagem de Nossa Senhora Aparecida.
 
Acostumados a tirar peixe da água, é com ânimo que estes três principiam juntos a lançar as redes no lugar chamado porto de José Correia Leite; esperam algum tempo, como de ordinário, e retiram as redes: estão vazias.
 
Então levam as canoas mais adiante e escolhem sucessivamente numerosos outros pontos onde a pesa é geralmente rendosa; tudo debalde; a sorte obstina-se em ser-lhes contrária e cada vez tem eles o desgosto de levantar redes vazias.
 
E assim vão continuando a andar inutilmente pelo rio, bastante longe, até o porto de Itaguaçu.
 
Iam desistir da empresa infrutuosa, quando João Alves lança sua rede de arrasto e logo sente que apanhou um corpo pesado, talvez uma pedra; tira a rede fora da água e vê com admiração, não o peixe cobiçado, mas o corpo de uma imagem de Nossa Senhora; infelizmente falta a cabeça.
 
Estranha bastante o caso, mas não se atrasa em reflexões e, de novo, deita a rede, quase no mesmo lugar; desta feita, retira a cabeça da mesma estátua.
 
Embora não tenha ainda peixe algum, o bom e piedoso João Alves não deixa de sentir-se muito feliz quando reúne as duas partes da imagem; com intenso júbilo, inteira-se que formam uma estátua completa de Maria imaculada.
 
Alegram-se também os companheiros e os três juntos depositam o tesouro no lugar mais decente de uma canoa, envolvido no melhor pano que podem arranjar.
 
Animados agora com a esperança de melhor êxito, os piedosos e ativos pescadores recomeçam a faina um instante interrompida.
 
Não se enganaram nos seus pressentimentos de melhor sorte; de ora em diante, apenas na água, as redes parecem atrair o peixe e enchem-se tão depressa que os venturosos pescadores, em breve, tem as canoas repletas e param com medo de as ver soçobrar. Admirados do sucesso e com a alma transbordante de gratidão para com Nossa Senhora, retiram-se para suas vivendas, onde narram o caso à gente simples e boa do povoado.
 
Foi Felipe Pedroso quem teve a dita de levar a devota imagem para sua casa; morava perto de Lourenço de Sá e ali conservou-a consigo por seis anos.
 
Transportou-a depois para Ponte Alta no dia em que ali foi residir; após nove anos, passou para Itaguaçu e assim levou a imagem para o próprio lugar onde a descobrira quinze anos antes; quando acabou os dias, legou o precioso depósito a seu filho Atanásio Pedroso.
 
Movido de sincera piedade para com a Mãe de Deus, Atanásio não demorou em arranjar um pequeno oratório dentro de casa; era um modesto altarzinho feito de tábuas rústicas; no centro, em cima de brancas toalhas, pôs a imagem da Virgem querida; o pessoal da casa gostava de enfeitá-la com flores.
 
Nos sábados e dias festivos de Maria, o povo da vizinhança acudia para tributar homenagens à excelsa Virgem imaculada; ascendiam velas diante de sua imagem, multiplicavam as flores e cantavam o terço e outras devoções.
 
Numa destas orações noturnas, sem que houvesse o menor sopro de vento, apagaram-se de repente as duas velas de cera da terra que ardiam aos pés de Maria; piedosa testemunha chamada Silvana Rocha, diligenciou logo para as ascender de novo; mas antes que chegasse perto, notou admirada que já estavam acesas e sem intervenção de ninguém.
 
Este fato gracioso agradou a todos e deu mais vontade de invocar a Senhora Aparecida, como já o povo a denominava.
 
Repetidos outros casos prodigiosos e numerosos favores íntimos recompensaram os devotos e espalharam ao longe a fama da Senhora Aparecida; foi então que o Vigário de Guaratinguetá, o Pe. José Alves Villela, mandou edificar uma capelinha onde o povo pudesse melhor homenagear a bondosa Mãe de Deus.
 
A 26 de julho de 1745, festa da gloriosa Santa Ana, mãe de Nossa Senhora, com licença do Sr. Bispo do Rio de Janeiro, o mesmo Pe. José Alves Villela, teve a dita de benzer a capelinha, em que logo depois rezou a primeira missa.
 
Mais tarde esta capelinha foi substituída por outra, maior e mais pomposa, que ainda existe, em cima de um outeiro, em frente ao rio, cujos meandros ali desenham um M.
 
Hoje o santuário foi elevado à categoria de basílica e a Virgem Aparecida foi solenemente coroada e declarada Padroeira do Brasil.
 
Como se vê, Maria Santíssima não apareceu pessoalmente aos humildes pescadores que tiveram a ventura de achar a sua imagem. Mas o encontro verdadeiramente extraordinário da estátua, os prodígios que se deram quando se começou a venerá-la e as inúmeras graças que vai prodigalizando desde mais de 200 anos, são uma revelação bastante clara da Mãe de Deus.
 
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Nossa Senhora: curso médio de catecismo mariano. São Paulo: Livraria Francisco Alves Paulo de Azevedo & Cia, 1937, p. 131-134.
 
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