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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Reformando e transformando: da calça ao tapete #2!

4 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Como prometido no post Reformando e transformando: da calça ao tapete!, aqui está meu outro tapete! Antes de tudo, gostaria de dizer que não me importa se ele ficou bonito ou feio, importa-me que achei uma utilidade para algo que estava fadado ao fogo! A santidade começa com água e sabão, então a gente precisa se esforçar para agradar a Deus. E, pensando nas roupas que deixamos de usar, uma boa forma de fazer isso é transformando uma peça de roupa ruim (no caso, a calça comprida, que fere e desmerece a modéstia) em algo útil para nosso lar.
 
Só quem mexe com costura e reforma sabe o trabalho que dá tentar transformar uma peça de roupa em algo totalmente diferente, então, é bem comum que a coisa transformada fique aquém das expectativas. Sei que teve gente que não gostou do que eu fiz (comentários mal educados denunciam), mas o que se pode fazer? Nem sempre se consegue agradar a todo mundo mesmo…! Porém, modéstia à parte, eu fiquei bem satisfeita com o resultado do meu trabalho. Engenhocas assim não é todo dia que se faz e, para fazê-las, tem que se ter coragem, porque a gente pode facilmente estragar tudo num piscar de olhos (ou cortar de tesouras hehe…).
 
Enfim, vamos às fotos e às explicações!
 
Calça desmontada
 
Estas são as partes da frente da minha ex-calça. Eu emparelhei o gancho com a barra para aproveitar melhor as peças e deixar o tapete mais simétrico.
 
Calça alfinetada
 
Como eu não quis aproveitar a parte escura do jeans neste tapete, eu alfinetei o avesso e costurei as duas partes com ponto de overloque para evitar que o jeans desfiasse (e assim o acabamento ficou melhor também).
 
Calça overlocada
 
Depois eu virei o tecido de novo para o lado direito e alfinetei o meio, fixando-o bem, para então passar o ponto de bordado.
 
Calça alfinetada
 
Desta vez escolhi um ponto de bordado diferente, tipo redinha, e utilizei uma linha na cor rosa choque.
 
Calça bordada
 
Depois de bordado e costurado o centro, eu medi as laterais para cortar direitinho, deixando o tapete retangular. As peças possuíam irregularidade de corte devido à modelagem da calça, então precisei ajustar a medida. Para facilitar o corte, eu coloquei alguns alfinetes para funcionarem como “linha-guia”, seguindo o fio reto do tecido, mas se você tem giz, você pode riscar, é mais prático.
 
Calça para corte  Calça para corte
 
Calça para corte
 
Cortando a parte marcada…
 
Tapete cortado
 
Já ficou com uma cara melhor, né? ☺
 
Tapete alfinetado para bordar
 
Para finalizar, eu apliquei o mesmo bordado de redinha na borda do tapete. Dobrei mais ou menos 1,5cm de tecido para o avesso e alfinetei tudo antes de passar na máquina. Porém, antes de bordar, eu aconselho a passar ponto overloque na barra, assim o tecido que ficar no avesso não vai desfiar.
 
Tapete pronto bordado
 
Tapete pronto!
 
Tapete pronto bordado
 
Como o jeans tinha stretch, não teve jeito, ele ficou cheio de ondinhas por causa da costura. Enfim, nem sempre tudo sai como o esperado…
 
Tenho ainda algumas outras peças de roupa para reformar e transformar. Conforme eu for fazendo, vou mostrando! Espero que possam servir de inspiração!
 
Que estas pequenas sugestões de reforma e reaproveitamento que estou postando no Mulher Católica sejam um incentivo para as moças e mulheres que desejam colocar a mão na massa sem medo de errar ou de fazer feio, afinal, na costura, muitas vezes é errando que se aprende! Coragem, meninas!
 
Fiquem com Deus!
Salve Maria Santíssima!
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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Reaproveitando e transformando: da calça ao tapete!

16 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Quando adentramos na caminhada da modéstia cristã no vestir, a primeira coisa que fazemos é olhar dentro do nosso guarda-roupa procurando separar as roupas utilizáveis (modestas)[1], as adaptáveis (que contêm alguma parte modesta)[2] e as não utilizáveis (imodestas)[3], afinal, comprar roupas novas modestas, todas de uma só vez, é impraticável à grande maioria de nós. Separar as roupas modestas das não modestas é uma tática que nos ajuda muito, pois nos possibilita, de modo gradual, adentrar no caminho da modéstia no vestir sem comprometermos nosso orçamento familiar.
 
Pois bem, fazendo a separação das roupas nas três categorias acima citadas conseguimos ter uma noção real de quantas e quais peças de roupa serão mantidas e quantas e quais serão descartadas. As utilizáveis e adaptáveis ficam no armário, mas as não utilizáveis, ou seja, as imodestas, não há condição alguma de serem mantidas, pois elas não são dignas de uso, especialmente por uma mulher que se diz cristã. Um bom exemplo de peças imodestas são as calças, especialmente as jeans, cujos modelos atuais são tão colados ao corpo quanto um band-aid (calças skinny, por exemplo, e também as leggings, entre outras…). Há quem procure uma desculpa “escapatória”, justificando que as calças sociais “seriam” modestas por serem mais “folgadas”. Será mesmo? Uma calça que, de uma forma ou de outra, delineia e/ou expõe as partes pudendas do corpo feminino pode ser considerada modesta? Responda sinceramente a esta questão. Do mesmo modo que as outras calças, as calças sociais delineiam as partes íntimas femininas, o contorno das nádegas e, além de tudo, estampam a marca da calcinha através do tecido. Duvida? Olhe-se no espelho. Até mesmo as calças sociais de cor escura fazem isso, as de cor clara, então, nem se fala; mas, pelo jeito, só quem as usa não quer ver, ou se vê, não se importa, o que é pior! pois o espelho mostra, e como mostra! A modéstia no vestir é uma norma de caridade, e esta norma deveria ser observada pelas Filhas de Maria, por amor à Virgem Puríssima.
 
Já que as roupas imodestas não são dignas de uso, nós não podemos doá-las, pois se algo é imprestável para mim por que o seria para o outro? ainda mais em se tratando de uma peça de roupa que pode, facilmente, fazer com que quem a use seja ocasião de pecado para outra pessoa? Neste caso, você tem duas opções: ou queimar e jogar fora a tal peça de roupa ou então reaproveitá-la. Eu prefiro a segunda opção. As peças indecentes podem ter boa utilidade dentro de casa se transformadas em algo verdadeiramente útil, como um tapete, por exemplo. Quer aprender a fazer um com aquela sua ex-calça jeans? Siga o tutorial!
 
Reaproveitando e transformando: da calça ao tapete!
 
Eu tinha uma calça jeans no comprimento pescador, guardada há anos, esperando o dia de ser transformada. Quinta-feira resolvi fazer algo útil com ela: um tapete para usar na cozinha, pois faz tempo que estou precisando de um; sempre quando lavo louça derrubo água no chão, aí piso em cima e vira uma lameira só, e meu piso é branco, então já viu, sujeira pra tudo quanto é lado, fico quase doida hehe… Um tapete ali vai me facilitar a vida, além de dar um toque pessoal na minha cozinha!☺
 
Abaixo está a foto da minha ex-calça. Pensar que já usei isto me dá profundo desgosto, porém, o passado não volta para o consertarmos. Fico feliz de, ao menos, ter acordado a tempo de compreender que usar uma peça dessas ofende demasiadamente a Deus. Nossa Senhora veio nos pedir a modéstia no vestir, e avisou em Fátima que haveriam de vir muitas modas que ofenderiam demasiadamente Nosso Senhor. Como boas filhas de nossa Mãe do Céu, deveríamos ouvir seu pedido e atendê-La.
 
Calça
 
Para transformar essa calça em tapete, eu desmanchei-a inteira utilizando um desmanchador de costura, abrindo todas as costuras de ponta a ponta. Só não mexi no cós; este eu cortei e joguei fora.
 
Essa calça me rendeu dois tapetes! Hoje eu vou mostrar o primeiro, feito com a parte de trás. Semana que vem posto o tapete feito com a parte da frente.
 
Alfinetando e costurando…
 
Primeiramente, você deve passar a ferro muito bem todas as partes que foram desmanchadas antes de montar o “tapete”. Como a calça fica costurada por muito tempo, todas as costuras ficam vincadas, então é necessário utilizar o ferro bem quente, a vapor, para, pelo menos, desamassar um pouco os vincos e as dobras das ex-costuras.
 
Em segundo lugar, você deve sobrepor as partes da calça que vão formar o tapete e alfinetá-las muito bem para que nada saia do lugar ou fique torto durante a costura. Como a calça utilizada era modelada, possuindo, assim, um pequeno abaulamento na região do quadril, eu precisei medir as laterais (cós com cós, barra com barra) para que a largura do tapete ficasse igual em ambos os extremos. Só então alfinetei o centro de ponta-a-ponta.
 
Calça alfinetada
 
Note que ficaram uns espaços perto na barra, entre as junções, mas, como nada se perde na costura também, eu utilizei os bolsos para cobrir esses “buracos”.
 
Bolsos
 
Depois eu escolhi uma cor de linha (prateada) e um dos pontos de bordado da minha máquina (caso você não tenha uma máquina de costura que faça pontos de bordado, você pode utilizar um ponto simples mesmo), e costurei sobre a parte alfinetada, unindo as peças, e também sobre as laterais da calça, utilizando como linha-guia o vinco das junções da ex-costura. Como a parte do tecido que estava por dentro das costuras não era desbotado, ele proporcionou um contraste bem legal com a linha prateada do bordado.
 
Calça bordada
 
Calça bordada  Calça bordada
 
Depois de unir os pedaços da calça, é necessário cortar o excesso que sobrou atrás, no avesso. Isto evita que o tapete fique pesado e desengonçado ou empapuçado. Para não correr o risco de cortar acidentalmente o tecido do tapete, eu utilizei meus próprios dedos como anteparo ao cortar as sobras do tecido do avesso, colocando-os por baixo da tesoura, separando o tecido da sobra do tecido real do tapete.
 
Calça - avesso   Calça - avesso cortado
 
Em sequência, costurei os bolsos, alfinetando no lugar certo com vários alfinetes, pois como o tecido tem stretch, ele estica durante a costura se não está bem fixado. Um dos bolsos tive que desmanchar por causa disso, pois esticou tanto que um dos lados ultrapassou pra fora da barra… (detesto retrabalho, mas quem me mandou não alfinetar bem!!? rsrs)… Depois, terminei de fazer o acabamento, bordando todo o contorno lateral com o mesmo tipo de bordado. Ah, outro detalhe, eu não fiz barra nem chuleei o tecido, deixei o jeans desfiado mesmo.
 
E tchan-tchan-tchan-tchãaannnn, eis o tapete, totalmente estilizado!!…
 
Tapete de calça pronto!
 
Este tapete pode não ter ficado a coisa mais linda do muito, mas com certeza vai ser de grande utilidade na minha cozinha, ou em qualquer outro lugar da minha casa!
 
Espero que essa sugestão de reforma e reaproveitamento de roupa imodesta tenha sido útil. Semana que vem mostro o outro tapetinho, pois ainda tenho que costurá-lo!
 
“Vesti com modéstia e muito pudor, olhai como veste a Mãe do Senhor”.
 
Salve Maria Santíssima!
 
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[1] São consideradas roupas modestas: saias longas, pela canela ou com pelo menos um palmo abaixo do joelho (mais ou menos 20cm, conforme a recomendação de São Pio de Pietrelcina); blusas sem decotes; blusas com mangas longas, mangas ¾, no cotovelo, ou no mínimo na metade do braço; e roupas semelhantes, como vestidos longos, com mangas e sem decotes. Devemos lembrar que nenhuma dessas peças devem ser coladas ao corpo ou feitas de material transparente.
[2] São consideradas roupas adaptáveis aquelas que contêm alguma parte modesta, tais como: vestidos longos, porém sem mangas e/ou com decotes. Por deixarem os braços, ombros e colo de fora, vestidos assim não devem ser usados sozinhos, sem outra peça de roupa como combinação. Neste caso, para remediar a parte imodesta, poderia ser usada uma blusa com mangas e sem decotes por baixo, ou alguma outra peça de roupa com mangas e sem decotes, tais como: camisete, cardigã, casaqueto, ou outros tipos de blusas/casacos fechados, que podem ser usados por cima do vestido.
[3] São consideradas roupas imodestas: calças jeans, leggings, e peças do gênero; blusas de alças, blusas sem mangas e blusas decotadas; minissaias, saias curtas, entre outras roupas que expõem ou delineiam as partes pudendas e desonestas do corpo feminino.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Como aumentar o comprimento de um vestido?

23 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Sabe aquele seu vestido que tinha mangas e até mesmo um decote comportado, mas que acabou ficando entocado dentro do guarda-roupa por ser um pouco curto demais? Se você tem algo parecido no seu armário, hoje trago uma alternativa para recuperá-lo e voltar a usá-lo novamente, porém, modesto!
 
Para vestidos muito curtos (no joelho ou acima do joelho – pois são comprimentos que, por não cobrirem o joelho quando você se senta, vão deixar partes de suas pernas expostas), a opção é utilizar tecidos do mesmo tom do vestido, com estampa semelhante (caso ele seja estampado) ou algo que combine, para fazer uma emenda na saia, alongando a barra até o comprimento ideal.
 
Para vestidos curtos (um pouco abaixo do joelho mas não comprido suficientemente para cobri-lo quando você se senta), você pode utilizar pedaços de tecidos ou então bordado inglês, aplicando-os na barra também para que ela chegue ao comprimento ideal.
 
Eu fiz isso no vestido na minha afilhada. Quando ela ficava em pé, o vestidinho cobria os joelhos, mas quando ela se sentava, o vestido não os cobria. Penso que justamente era esse o motivo pelo qual Santo Pio de Pietrelcina recomendava que o comprimento das saias fossem de, no mínimo, 20cm abaixo dos joelhos, justamente para a mulher manter a modéstia e o decoro quando se sentasse. É muito desconcertante ver uma mulher sentada e parte das pernas e coxas aparecendo devido ao comprimento insuficiente da barra. Isso é indecoroso e, com certeza, desagrada sobremaneira a Deus. Tem gente que pode até reclamar do que eu disse até aqui, achando que tudo isso é muito “rígido”,  ou talvez um “absurdo”, porém, como disse Pe. Vilmar, a santidade começa com a água e com o sabão, e quem não faz o mínimo esforço para a agradar mais a Deus também não fará o máximo esforço, isto é certo. Se o comprimento de uma simples peça de roupa se torna motivo para tanta reclamação, o que dirá então dos vícios, pecados e imperfeições que uma alma possui? Quem não consegue fazer o mínimo esforço para mudar algo exterior em si mesmo conseguirá fazer um esforço ainda maior para mudar algo em seu interior?
 
Continuando…
 
É muito fácil aplicar o bordado inglês. Você só vai precisar chulear* as bordas e depois costurar com ponto reto, do lado de dentro da barra que deseja aumentar. Acabei não fazendo o passo-a-passo porque minha câmera descarregou quando comecei a tirar as fotos, e como eu quis aproveitar o dia para terminar o vestido para minha afilhada poder levá-lo para casa no fim do dia (ela passou o dia comigo, foi uma experiência e tanto!!!), só tirei fotos antes de aplicar o bordado inglês e depois do aplique pronto. Em todo caso, ficam aqui as fotos para você conferir e se inspirar. Aproveitei também para aplicar o bordado inglês na manga do vestidinho, alongando-a. O vestido ficou bem mais bonitinho, e com o comprimento perfeito para a ir à Santa Missa!
 
Confira!
 
Te-vestido-antes
 
Te-vestido-depois1
 
Te-vestido-manga
 
Te-vestido-barra
 
E agora, a foto da minha princesinha com o vestido!… Ah, o rostinho está cortado à pedido do papai rs… Essa foto foi feita depois da Missa de ontem!
 
Vestido pronto
Meigo, não?? Smiley de boca aberta
 
Salve Maria Santíssima!
 
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* Chulear significa dar pontinhos na borda de um tecido para que ele não desfie. Geralmente, usa-se uma máquina de overloque para fazer esse trabalho, mas você pode fazer isso à mão com ponto tipo caseado, ou com uma máquina doméstica com ponto tipo ziguezague (caso ela não tenha algum ponto parecido com o de overloque).
 
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Como fechar o decote de uma blusa?

21 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Como é difícil encontrar roupa decente! Blusas modestas, então, são as mais difíceis de encontrar! Quando não têm decote, também não têm mangas, quando têm mangas, o decote é imenso! Que dificuldade! Dá vontade de arrancar os cabelos…!!
 
Segunda-feira eu aproveitei o dia para fazer uma pequena “arte”. Peguei uma camisetinha velhinha que eu tinha e resolvi fechar o decote dela com um pedaço de bordado inglês que sobrou do mandrião que fiz para o meu afilhado. E não é que deu certo?? Bom, como foi um teste, tive um pequeno retrabalho, pois tive que forrar o bordado inglês para que os vãozinhos dos bordados não deixassem entrever a pele do colo, mas o resultado ficou bem legal. Esta é uma boa opção para quem tem alguma blusinha decotada demais e quer fechar o decote com uma decoração bem bonitinha.
 
Vamos ao o passo-a-passo do fechamento do decote! A blusa, como eu disse, é velhinha, então serviu somente como “amostra” da experiência rs…
 
fechando decote
 
Este é o decote da blusinha. Como ela é feita de malha, a melhor solução para fechar o decote sem que ele estique ou se abra é colocar algum tecido rijo por dentro para conter a malha, e o bordado inglês, por ser de algodão, cumpre muito bem este papel!
 
fechando decote
 
Aqui eu virei a blusa do avesso e alfinetei o bordado inglês do lado de dentro. Ah, não se esqueça de medir a altura tanto de um lado como do outro, partindo da costura do ombro, para que o tecido pregado fique no mesmo pé de altura.
 
fechando decote
 
Depois costurei à mão mesmo, contornando a borda do viés da gola. Deste modo, os pontos dados por dentro não aparecem do lado de fora.
 
Decote quase pronto
 
Como o bordado inglês é vazado, ele precisa de um forrinho. Aproveitei um tecido de algodão que também tinha sobrado do mandrião do Inácio, cortei um pedacinho do mesmo tamanho do bordado inglês e preguei por cima, no avesso também, da mesma forma como fiz com o bordado inglês. Esse foi meu retrabalho, pois o forrinho poderia ter sido pregado já junto com o bordado inglês, mas eu tinha me esquecido do “pequeno detalhe” dos vãozinhos dos bordados… Isso é o que dá não planejar primeiro o que se faz, mesmo que o feito seja um “experimento” rsrs…
 
fechando decote
 
Também é bom alfinetar o pedacinho de tecido antes de costurar para que ele não saia do lugar. Nessa foto eu ainda não tinha colocado os alfinetes.
 
fechando decote
 
Tecido costurado no avesso! Aproveitei e cortei as sobras, contornando a costura. Claro que meu “experimento” não ficou com um acabamento de primeira, pois esse fechamento de decote foi meu primeiro intento, praticamente um teste que eu fiz. Se você for seguir este mesmo modelo de fechamento de decote, tire as medidas certinhas, chuleie as bordas primeiro para que elas não desfiem posteriormente com o uso e depois pregue sobre o decote que você quer fechar.
 
E agora, tchan-tchan-tchan-tchaannn…! Eis o decote fechadinho e decorado!!
 
decote fechado!
 
Gostou? Fácil, não??Smiley de boca aberta Essa “técnica” também pode ser aplicada em vestidos decotados, o processo vai ser muito parecido. Para quem ainda não tem condição de montar logo de cara um guarda-roupa modesto, essa é uma boa opção para reaproveitar aquelas roupas que não são totalmente modestas, mas que ainda “tem salvação”, sem comprometer o orçamento familiar. Claro que nem todos os decotes serão possíveis de serem fechados e alguns provavelmente não terão salvação por serem muito abertos. Neste caso, a solução pode ser transformar a infeliz peça de roupa em algo útil pra você, como capa para travesseiros, tapetes de tiras, colcha de retalhos, entre outras coisas! O importante é que “nada se perde, tudo se transforma” rs…
 
Espero que este post tenha sido útil. Em breve vou trazer uma outra opção de “reforma e reaproveitamento”!… Aguarde!!
 
Salve Maria!!
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