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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Meu bolo para a Epifania de Nosso Senhor!!

2 comentários:
Por Melissa Bergonso
 
Finalmente, terminei meu bolo!… Comecei a fazê-lo desde cedo. Meu dia foi corrido, então fiz o bolo por etapas e terminei de confeitá-lo agora de noite, por volta das 19h30min. Bem feliz e contente, eu fui tirar foto dele, e eis que quando ligo a câmera aparece a bateria com um risco no meio piscando… Bom, tive que esperar carregar pelo menos até dar pra ligar a máquina de novo rs…
 
Enfim, eis o resultado! Eu achei que meu bolo para a Epifania ficou muito legal. As rodelinhas de bananas carameladas levaram mais tempo para serem feitas, porque na primeira vez que fiz não deu certo rsrs… mas depois acertei. Agora também sei que assim que caramelizar as bananas elas devem ir direto para o bolo. Eu coloquei no prato e aí elas grudaram. Foi difícil pra tirar, trucidei algumas, mas outras sobreviveram rs…
 
bolo-epifania1
 
bolo-epifania2
 
Para confeitar o bolo procedi do seguinte modo: comecei por espalhar a calda de chocolate por cima do bolo já frio. Fiz essa calda do jeito que deu, coloquei leite, alguns tabletes de chocolate que estavam sobrando aqui em casa, açúcar e achocolatado em pó. Cozinhei até engrossar levemente, tirei do fogo e fui colocando, com o auxílio de uma colher, sobre o bolo. Depois piquei algumas amêndoas e salpiquei por cima. Em seguida coloquei as rodelinhas de bananas carameladas. Eu gostei do resultado, e você, o que achou??
 
Agora vou lá provar a minha “obra-prima” rsrsrs…
 
Feliz Epifania de Nosso Senhor!
Salve Maria!!
 
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Bolo para Epifania de Nosso Senhor

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Por Melissa Bergonso
 
Para comemorar o dia da Epifania de Nosso Senhor, que tal um bolinho enfeitado?? O bolo pode ser de qualquer sabor e a decoração fica a gosto. É interessante utilizar alguns docinhos e guloseimas de enfeite, que representem os presentes dados pelos três Reis Magos, a saber: ouro, incenso e mirra. Este tipo de artifício é muito bom para catequisar as crianças e ensiná-las sobre as coisas de Deus de forma divertida.
 
Para representar o ouro você pode usar balas ou chocolates que tenham a embalagem dourada, e dispersar os doces na base do bolo. Outra opção é cortar bananas em rodelas pequenas, caramelizá-las e dispô-las por cima do bolo ou em volta dele, no prato, como você preferir. Para representar o incenso você pode usar chocolate, castanhas ou nozes picadinhas sobre o bolo. Para representar a mirra você pode utilizar uma calda líquida de sua preferência sobre o bolo, como calda de chocolate (branco ou preto) ou outra calda que dê um perfume gostoso, pode ser de laranja também. Se preferir, você pode utilizar outras coisas para representar o ouro, o incenso e a mirra, é só usar a criatividade!
 
Se você tem filhos, procure fazer com que as crianças enfeitem o bolo e vá explicando a elas o que cada docinho representa e o que cada presente dos Reis Magos significa. Nesta meditação de Santo Afonso tem uma explicação belíssima sobre o ouro, o incenso e a mirra. Aproveite para fazer uma breve explicação ou para ler a meditação para seus filhos. Eu gosto muito das meditações de Santo Afonso, elas são de uma profundidade tão grande e de uma delicadeza tão angelical… é como se Santo Afonso estivesse vendo realmente a cena enquanto explana sobre ela!
 
Não coloquei a foto do meu bolo aqui porque ele ainda está no forno, e estou torcendo pra que ele fique bom, pois errei a massa, tive que adaptar alguns ingredientes, agora estou no aguardo… Se meu bolinho assar direitinho, vou decorar e mais tarde posto a foto! Mas, para lhe dar uma inspiração enquanto meu bolo assa, este blog tem uma foto bem legal de um bolo para a Epifania. Agora é só se inspirar e fazer!!
 
Feliz Epifania de Nosso Senhor!!!
Salve Maria!
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Epifania de Nosso Senhor Jesus Cristo – 06 de Janeiro

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Por Santo Afonso Maria de Ligório
 
Vidimus enim stellam eius in oriente, et venimus adorare eum — «Vimos a sua estrela no Oriente, e viemos adorá-lo» (Mat 2, 2).
 
Sumário. Jesus, apenas nascido, quis começar a comunicar-nos as graças da Redenção. Por meio de uma estrela chama os Magos, e na pessoa destes a todos nós, afim de o venerarem. Os santos Reis põem-se logo a caminho, entram na gruta, adoram o santo Menino e oferecem-lhe as suas ofertas místicas. Adoremo-lo nós também, em união com os santos Reis, e ofereçamos-lhe pelas mãos de Maria os nossos corações arrependidos e amantes.
 
epifania
 
I. Jesus nasce pobre numa lapinha: os anjos do céu, é verdade, reconhecem-no por seu senhor, mas os homens da terra deixam-no abandonado. Vêm apenas uns poucos pastores para o adorar. O Redentor, porém, já quer começar a comunicar-nos a graça da Redenção, e por isso começa a manifestar-se aos gentios que menos o conheciam. Manda uma estrela iluminar os santos Magos, para que venham conhecer a adorar o seu Salvador. Foi esta a primeira e também a maior graça que Jesus nos deu: a vocação à fé, à qual sucede a vocação à graça, de que os homens se achavam privados.
 
Sem demora, os Magos se põem a caminho; a estrela acompanha-os até à gruta, onde está o santo Menino. Chegados ali, entram, e o que acham? Invenerunt Puerum cum Maria (Mat 2, 11) — «Acharam o Menino com Maria». Eles acham uma donzela pobre e um menino pobre envolto em paninhos, sem ninguém para o servir ou assistir. Mas como? Ao entrarem naquela humilde gruta, os santos peregrinos sentem uma alegria nunca d’antes experimentada; sentem seu coração atraído para aquele Menino pequenino. Aquela palha, aquela pobreza, aqueles vagidos de seu pequeno Salvador, ah! que setas de amor para seus corações, que chamas felizes de amor neles se acendem! O Menino acolhe-os com sorriso amável, demonstrando assim o afeto com que os aceita entre as primeiras presas da sua Redenção.
 
Os santos Reis olham depois para Maria, que queda silenciosa, mas com semblante no qual reluz uma doçura celeste, acolhe-os e agradece-lhes o terem vindo os primeiros a reconhecer-lhe o Filho por seu soberano Senhor. Eis que os santos varões, silenciosos pelo respeito, adoram o Filho da Virgem e reconhecem-no como Deus, beijando-lhe os pés e oferecendo-lhe os seus presentes; ouro, incenso e mirra. Em união com os santos Magos, adoremos o nosso pequenino Rei Jesus e ofereçamos-lhe todo o nosso coração.
 
II. Ó amável Menino Jesus, ainda que Vos veja nessa gruta, deitado sobre a palha, tão pobre e tão desprezado, a fé ensina-me que sois meu Deus, descido do céu para a minha salvação. Reconheço-Vos por meu soberano Senhor e meu Salvador, mas nada tenho para Vos oferecer. Não tenho ouro de amor, porque amei as criaturas e os meus caprichos, e não Vos amei a Vós que sois infinitamente amável. Não tenho incenso de oração, porque até hoje vivi miseravelmente esquecido de Vós. Não tenho mirra de mortificação, porquanto tantas vezes tenho desgostado a vossa infinita bondade. — Que poderei eu oferecer-Vos? Ofereço-Vos este meu coração, imundo e pobre como é; aceitai-o e transformai-o. Viestes sobre a terra exatamente para, com o vosso sangue, purificar os corações humanos do pecado e assim transformá-los de pecadores em santos. Dai-me Vós mesmo o ouro, o incenso e a mirra que desejais. Dai-me o ouro do vosso santo amor; dai-me o espírito da santa oração; dai-me o desejo e a força para me mortificar em todas as coisas que Vos possam desagradar. Estou resolvido a obedecer-Vos e a amar-Vos; mas Vós conheceis a minha fraqueza, dai-me a graça de Vos permanecer fiel.
 
Ó Virgem Santíssima, Vós acolhestes com tamanha benignidade e consolastes os santos Magos, acolhei-me e consolai-me também, agora que venho adorar vosso Filho e consagrar-me inteiramente a ele. Minha Mãe, tenho confiança absoluta em vossa intercessão. Recomendai-me a Jesus. Em vossas mãos deposito a minha alma e a minha vontade; ligai-a para sempre ao amor de Jesus.
 
«E Vós, ó meu Deus, que por meio de uma estrela manifestastes no dia presente vosso Unigênito aos gentios: concedei propício, que visto já Vos conhecermos pela fé, cheguemos também a contemplar a beleza de vossa majestade. Fazei-o pelo amor desse mesmo Jesus Cristo, vosso Filho»[1]. (II 377.)
 
[1] Or. festi.
 
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Santo Afonso Maria de Ligório. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo Primeiro: Desde o Domingo do Advento até a Semana Santa inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 122-124.
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