O endereço do blog mudou! Acesse:

Visite meu outro site!

Páginas

Mostrando postagens com marcador Modéstia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Modéstia. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de abril de 2011

O poder da calça jeans

3 comentários:
Prezados leitores, Salve Maria!
 
Ano passado, escrevi um artigo sobre a questão da modéstia e do uso da calça comprida que deu o que falar. Porém a Lissah, do blog Cantinho da Lissah, em poucas palavras falou muito sobre isso em um post publicado hoje. Aconselho a todos passarem por lá e lerem o texto, pois contra fatos não há argumentos.
 
Acessem:
 
 
Em Cristo, no amor de Maria Santíssima,
Melissa Bergonso
 
Leia Mais ►

segunda-feira, 21 de março de 2011

Santa Missa » Exemplo para as pessoas de categoria

2 comentários:
Por São Leonardo de Porto-Maurício

Uma mulher, que entra na Igreja com um traje espaventoso, atrai todos os olhares, e queira DEUS não atraia também os corações, arrebatando ao SENHOR as devidas adorações. Não é preciso excitar estas pessoas a assistir todos os dias à Santa Missa; já são demais levadas a freqüentar as Igrejas. O importante será fazer-lhes compreender com que modéstia e respeito devem portar-se na casa de DEUS, especialmente quando se celebra a Santa Missa. Tanto mais me edificam senhoras da nobreza e princesas que só aparecem ante os altares vestidas simplesmente, sem luxo nem elegância refinadas, quanto me escandalizam certas pretensiosas que, com seus penteados ridículos e ares de atrizes, assumem poses de deusas no lugar santo.

Leia Mais ►

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A decência dos vestidos

8 comentários:
Por São Francisco de Sales

S. Paulo quer que as mulheres cristãs (o que há de entender-se também dos homens) se vistam segundo as regras da decência, deixando de todo excesso e imodéstia em seus ornatos. Ora, a decência dos vestidos e ornatos depende da matéria, da forma e do asseio.

O asseio deve ser geral e contínuo, de sorte que evitemos toda mancha ou coisa semelhante que possa ofender os olhos; esta limpeza exterior considera-se como um indício da pureza da alma, a ponto de o mesmo Deus exigir dos seus ministros dos altares uma pureza e honestidade perfeita quanto ao corpo.

Leia Mais ►

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A sociedade e a solidão

Nenhum comentário:
Por São Francisco de Sales

Tanto procurar como fugir à convivência com os homens são dois extremos censuráveis na devoção, que deve regrar os deveres da vida social. O fugir é um sinal de orgulho e desprezo do próximo e o procurar é fonte de muitas coisas ociosas e inúteis. Cumpre amar ao próximo como a nós mesmos. Para demonstrar-lhe esse amor, não devemos fugir à sua companhia, e para patentear o amor que temos a nós mesmos devemos estar contentes, quando estamos sozinhos. Pensai em vós mesmos, diz São Bernardo, e depois nos outros. Se nada te obriga a fazer ou receber visitas, fica contigo mesma e entretém-te com teu coração; mas, se algum motivo te impõe esses deveres, cumpre-os em nome de Deus, tratando o próximo com toda a amabilidade e caridade.

Chama-se convivência má a que procede de más intenções ou se é uma relação má entre pessoas indiscretas, licenciosas ou dissolutas; é preciso evitá-la, como as abelhas o enxame de zangões e vespas; porque, se o hálito e a saliva das pessoas mordidas por um cão danado são muito perigosos, máxime para os meninos e pessoas duma compleição delicada, também a relação com pessoas viciosas não é menos de temer, principalmente para aquelas cuja virtude é ainda tenra, tíbia e delicada.

Leia Mais ►

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A MODÉSTIA NA APRESENTAÇÃO EXTERIOR: Os adornos das mulheres estão isentos de pecado mortal?

3 comentários:
Por Santo Tomás de Aquino

Em relação aos adornos das mulheres, devem-se fazer as mesmas observações antes feitas, em geral, sobre a apresentação exterior, destacando, porém, algo especial, ou seja, que os adornos femininos despertam a lascívia nos homens, segundo o livro dos Provérbios: “Eis que essa mulher lhe vem ao encontro, trajada qual prostituta, toda insinuação”. No entanto, pode a mulher, licitamente, empenhar-se por agradar ao marido, para evitar que ele, desdenhando-a, venha a cair em adultério. Por essa razão, se diz na primeira Carta aos Coríntios: “A mulher casada preocupa-se com as coisas do mundo: ela procura como agradar ao marido”. Portanto, se a mulher casada se enfeita para agradar ao marido, pode fazê-lo sem pecado. Mas as que não têm marido nem os querem ter e vivem em celibato, não podem, sem pecado, querer agradar aos olhos dos homens, para lhes excitar a concupiscência, porque isso seria incentivá-los a pecar. Se, pois, se enfeitarem com essa intenção de provocar os outros à concupiscência, pecam mortalmente. Se o fizerem, porém, por leviandade, ou mesmo por um desejo vaidoso de aparecer, nem sempre será pecado mortal, mas às vezes venial. Diga-se o mesmo, aliás, a respeito dos homens. Por isso, escreve Agostinho: “Sugiro-te que não te precipites em proibir enfeites de ouro ou vestes preciosas, a não ser aos que, não sendo casados nem querendo sê-lo, deveriam pensar em como agradar a Deus. Quanto aos outros, eles pensam nas coisas do mundo: os maridos, como agradarão às esposas; as mulheres, como agradarão aos maridos, sempre com a ressalva feita pelo Apóstolo, a saber, nem às mulheres casadas convém trazer os cabelos descobertos”. Nesse caso, porém, ainda é possível que algumas mulheres fiquem isentas de pecado, se não agirem por vaidade, mas por um costume contrário, embora não recomendável.

-----
Santo Tomás de Aquino. Suma Teológica. II-II, q.169, a.2.

Continue lendo:
Leia Mais ►

A MODÉSTIA NA APRESENTAÇÃO EXTERIOR: Pode haver virtude e vício na apresentação exterior?

4 comentários:
Por Santo Tomás de Aquino

Não é nas coisas exteriores utilizadas pelo homem que se encontra o vício, mas no próprio homem que usa mal delas. E esse mau uso pode acontecer de duas maneiras. Primeiramente, considerando-se o costume das pessoas com quem se vive. Por isso, diz Agostinho: “Os excessos contrários aos costumes humanos devem ser evitados, respeitando suas diversidades. Uma convenção estabelecida numa cidade ou num povo por costume ou por lei não deve ser violada pelo capricho de um cidadão ou de um forasteiro, pois toda parte em desarmonia com o seu todo é uma aberração”.

Em segundo lugar, o mau uso dessas coisas da aparência exterior pode vir também de uma descontrolada afeição a elas por parte do usuário, levando-o, por vezes, a utilizá-las de modo sensual demais, esteja ele de acordo ou em desacordo com os costumes locais. Por isso, recomenda Agostinho: “Não se deve usar nada com paixão, pois esta não só ofende, perversamente, o costume daqueles entre os quais se vive, como também, ultrapassando-lhes, muita vez, os limites, manifesta, com rompantes escandalosos, um descaramento antes escondido sob o véu de costumes públicos”.

Leia Mais ►