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domingo, 12 de dezembro de 2010

O Matrimônio como Sacramento - Essência

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Por Pe. Royo Marín

A essência do sacramento do Matrimônio, ativamente considerado, está no contrato válido, já que esse mesmo contrato foi elevado por Cristo à categoria de sacramento. Mas, como em todos os demais sacramentos, cabe distinguir no do Matrimônio sua matéria e sua forma. Vamos esclarecê-las na seguinte conclusão:

A matéria próxima do sacramento do Matrimônio consiste na mútua entrega dos corpos manifestada pelas palavras ou sinais equivalentes, e a forma, na mútua aceitação dos mesmos expressada do mesmo modo. 

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Do Matrimônio: § 3º. Condições e impedimentos do Matrimônio

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Por São Pio X

839. Que é necessário para contrair validamente o Matrimônio cristão?

Para contrair validamente o Matrimônio cristão, é necessário estar livre de qualquer impedimento matrimonial dirimente, e dar livremente o próprio consentimento ao contrato do Matrimônio na presença do próprio pároco ou de um Sacerdote devidamente autorizado, e de duas testemunhas.

840. Que é necessário para contrair licitamente o Matrimônio cristão?

Para contrair licitamente o Matrimônio cristão, é necessário estar livre dos impedimentos matrimoniais impedientes, estar instruído nas verdades principais da religião, e estar em estado de graça. Não estando em estado de graça, cometer-se-ia um sacrilégio.

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Do Matrimônio: § 2º. Ministros, cerimônias e disposições para o Matrimônio

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Por São Pio X

833. Quem são os ministros do Sacramento do Matrimônio?

Os ministros deste Sacramento são os mesmos esposos, que reciprocamente conferem e recebem o Sacramento.

834. De que maneira se administra este Sacramento?

Este Sacramento, porque conserva a natureza de contrato, é administrado pelos mesmos contraentes, declarando na presença do próprio pároco, ou de outro Sacerdote devidamente autorizado, e de duas testemunhas, que se unem em matrimônio.

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Do Matrimônio: § 1º. Natureza do Sacramento do Matrimônio

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Por São Pio X

826. Que é o Sacramento do Matrimônio?

O Matrimônio é um Sacramento instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, que estabelece uma união santa e indissolúvel entre o homem e a mulher, e lhes dá a graça de se amarem um ao outro santamente, e de educarem cristãmente seus filhos.

827. Por quem foi instituído o Matrimônio?

O Matrimônio foi instituído pelo próprio Deus no Paraíso terrestre; e no Novo Testamento foi elevado por Jesus Cristo à dignidade de Sacramento.

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sábado, 11 de dezembro de 2010

Da Ordem

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Por São Pio X

811. Que é o Sacramento da Ordem?

A Ordem é o Sacramento que dá o poder de exercitar os ministérios sagrados que se referem ao culto de Deus e à salvação das almas, e que imprime na alma de quem o recebe o caráter de ministro de Deus.

812. Por que se chama Ordem?

Chama-se Ordem porque consiste em vários graus, uns subordinados aos outros, dos quais resulta a sagrada Hierarquia.

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Da Extrema-Unção

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Por São Pio X

805. Que é o Sacramento da Extrema-Unção?

A Extrema-Unção é o Sacramento instituído para alívio espiritual e também temporal dos enfermos em perigo de vida.

806. Que efeitos produz o Sacramento da Extrema-Unção?

O Sacramento da Extrema-Unção produz os seguintes efeitos: 1º. aumenta a graça santificante; 2º. apaga os pecados veniais e também os mortais que o enfermo arrependido já não possa confessar; 3º. tira a fraqueza e languidez para o bem, que permanecem ainda depois de se ter alcançado o perdão dos pecados; 4º. dá força para suportar pacientemente o mal, para resistir às tentações, e para morrer santamente; 5º. ajuda a recuperar a saúde do corpo, se isso for útil à salvação da alma.

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Da Penitência: § 10º. Das indulgências

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Por São Pio X

793. Que é a indulgência?

A indulgência é a remissão da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, remissão que a Igreja concede fora do Sacramento da Penitência.

794. De quem recebeu a Igreja o poder de conceder indulgências?

Foi de Jesus Cristo que a Igreja recebeu o poder de conceder indulgências.


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Da Penitência: § 9º. Da satisfação ou penitência

4 comentários:
Por São Pio X

774. Que é a satisfação?

A satisfação, que também se chama penitência sacramental, é um dos atos do penitente, com o qual ele dá certa reparação à justiça divina pelos pecados cometidos, pondo em prática aquelas obras que o confessor lhe impõe.

775. É obrigado o penitente a aceitar a penitência que o confessor lhe impõe?

O penitente é obrigado a aceitar a penitência que o confessor lhe impõe, se a pode cumprir, e, se não a pode cumprir, deve dizê-lo humildemente ao mesmo confessor, e pedir-lhe outra.

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Da Penitência: § 8º. Da absolvição

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Por São Pio X

768. Devem os confessores dar sempre a absolvição àqueles que se confessam?

Os confessores devem dar a absolvição somente àqueles que eles julguem bem dispostos a recebê-la.

769. Podem os confessores diferir ou negar alguma vez a absolvição?

Os confessores não só podem mas devem diferir ou negar a absolvição em certos casos, para não profanar o Sacramento.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Da Penitência: § 7º. Do modo de se confessar

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Por São Pio X

760. Como vos apresentareis ao confessor?

Ponho-me de joelhos aos pés do confessor, e digo: Abençoai-me, Padre, porque pequei.

761. Que fareis enquanto o confessor vos der a bênção?

Inclino-me humildemente para receber a bênção, e faço o sinal da Cruz.

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Da Penitência: § 6º. Da acusação dos pecados ao confessor

3 comentários:
Por São Pio X

740. Depois de vos terdes disposto bem para a confissão com o exame, com a dor e com o propósito, que haveis de fazer?

Depois de me ter disposto bem com o exame, com a dor e com o propósito, irei fazer ao confessor a acusação dos meus pecados, para receber a absolvição.

741. De que pecados somos obrigados a confessar-nos?

Somos obrigados a confessar-nos de todos os pecados mortais; é bom, porém, confessar também os veniais.

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Da Penitência: § 5º. Do propósito

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Por São Pio X

729. Em que consiste o propósito?

O propósito consiste em uma vontade determinada de nunca mais cometer o pecado, e de empregar todos os meios necessários para o evitar.

730. Que condições deve ter estar resolução para ser um bom propósito?

Para ser um bom propósito, esta resolução deve ter principalmente três condições: deve ser absoluta, universal e eficaz.

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Da Penitência: § 4º. Da dor ou arrependimento

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Por São Pio X

705. Que é a dor dos pecados?

A dor dos pecados consiste num desgosto e numa detestação sincera da ofensa feita a Deus.

706. De quantas espécies é a dor?

A dor é de duas espécies: perfeita ou de contrição; imperfeita ou de atrição.

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Da Penitência: § 3º. Do exame de consciência

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Por São Pio X

694. Que é o exame de consciência?

O exame de consciência é uma diligente investigação dos pecados que se cometeram, desde a última confissão bem feita.

695. Como se faz o exame de consciência?

Faz-se o exame de consciência trazendo diligentemente à memória, na presença de Deus, todos os pecados ainda não confessados, cometidos por pensamentos, palavras, obras e omissões contra os Mandamentos de Deus e da Igreja, e contra as obrigações do próprio estado.

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Da Penitência: § 2º. Dos efeitos e da necessidade do Sacramento da Penitência e das disposições para bem recebê-lo

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Por São Pio X

688. Quais são os efeitos do Sacramento da Penitência?

O Sacramento da Penitência confere a graça santificante, com a qual são perdoados os pecados mortais e também os veniais que se confessaram e de que haja arrependimento; comuta a pena eterna em temporal, da qual também é perdoada uma parte maior ou menor, conforme as disposições do penitente; faz reviver o merecimento das boas obras feitas antes de se cometer o pecado mortal; dá à alma auxílios oportunos para não recair no pecado, e restitui a paz à consciência.

689. É o Sacramento da Penitência necessário a todos para se salvarem?

O Sacramento da Penitência é necessário, para se salvarem a todos aqueles que, depois do Batismo, cometeram algum pecado mortal.

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Da Penitência: § 1º. Da Penitência em geral

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Por São Pio X

670. Que é o Sacramento da Penitência?

A Penitência, chamada também Confissão, é o Sacramento instituído por Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo.

671. Por que se dá a este Sacramento o nome de Penitência?

Dá-se a este Sacramento o nome de Penitência porque, para obter o perdão dos pecados, é necessário detestá-los com arrependimento, e porque quem cometeu uma falta deve sujeitar-se à pena que o Sacerdote impõe.

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Do Santo Sacrifício da Missa: § 2º. Do modo de assistir à Missa

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Por São Pio X

663. Quantas coisas são necessárias para ouvir bem e com fruto a Santa Missa?

Para ouvir bem e com fruto a Santa Missa, são necessárias duas coisas: 1ª. modéstia exterior; 2ª. devoção interior.

664. Em que consiste a modéstia exterior?

A modéstia exterior consiste particularmente em estar modestamente vestido, em observar o silêncio e o recolhimento, e em estar, quanto possível, de joelhos, excetuando o tempo dos dois evangelhos, que se ouvem estando de pé.

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Do Santo Sacrifício da Missa: § 1º. Da essência, da instituição e dos fins do Santo Sacrifício da Missa

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649. Deve considerar-se a Eucaristia só como Sacramento?

A Eucaristia não é somente um Sacramento; é também o sacrifício permanente da Nova Lei, que Jesus Cristo deixou à Igreja, para ser oferecido a Deus pelas mãos dos seus sacerdotes.

650. Em que consiste em geral o sacrifício?

O sacrifício, em geral, consiste em oferecer a Deus uma coisa sensível, e destruí-la de alguma maneira, para reconhecer o supremo domínio que Ele tem sobre nós e sobre todas as coisas.

651. Como se chama este sacrifício da Nova Lei?

Este sacrifício da Nova Lei chama-se a Santa Missa.

652. Que é, então, a Santa Missa?

A Santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, oferecido sobre os nossos altares, debaixo das espécies de pão e de vinho, em memória do sacrifício da Cruz.

653. É o Sacrifício da Missa o mesmo que o da Cruz?

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros sobre os nossos altares, mas, quanto ao modo como é oferecido, o sacrifício da Missa difere do sacrifício da Cruz, conservando todavia a relação mais íntima e essencial com ele.

654. Que diferença, pois, e que relação há entre o Sacrifício da Missa e o da Cruz?

Entre o Sacrifício da Missa e o sacrifício da Cruz há esta diferença e esta relação: Jesus Cristo sobre a Cruz se ofereceu derramando o seu sangue e merecendo para nós; ao passo que sobre os altares Ele se sacrifica sem derramamento de sangue, e nos aplica os frutos da sua Paixão e Morte.

655. Que outra relação tem o Sacrifício da Missa com o da Cruz?

Outra relação do Sacrifício da Missa com o da Cruz é que o Sacrifício da Missa representa de modo sensível o derramamento do Sangue de Jesus Cristo na Cruz; porque em virtude das palavras da consagração só o Corpo do nosso Salvador se torna presente debaixo das espécies de pão, e debaixo das espécies de vinho só o seu Sangue; entretanto, pela concomitância natural e pela união hipostática, está presente, debaixo de cada uma das espécies, Jesus Cristo todo inteiro, vivo e verdadeiro.

656. Não é porventura o Sacrifício da Cruz o único sacrifício da Nova Lei?

O Sacrifício da Cruz é o único sacrifício da Nova Lei, porque por ele Nosso Senhor aplacou a Justiça Divina, adquiriu todos os merecimentos necessários para nos salvar, e assim consumou de sua parte a nossa redenção. São estes merecimentos que Ele nos aplica pelos meios que instituiu na sua Igreja, entre os quais está o Santo Sacrifício da Missa.

657. Para que fins se oferece o Santo Sacrifício da Missa?

Oferece-se a Deus o Santo Sacrifício da Missa para quatro fins: 1º. Para honrá-Lo como convém, e deste ponto de vista o sacrifício é latrêutico; 2º. Para Lhe dar graças pelos seus benefícios, e deste ponto de vista o sacrifício é eucarístico; 3º. Para aplacá-Lo, para dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, para sufragar as almas do Purgatório, e deste ponto de vista o sacrifício é propiciatório; 4º. Para alcançar todas as graças que nos são necessárias, e deste ponto de vista o sacrifício é impetratório.

658. Quem oferece a Deus o Santo Sacrifício da Missa?

O primeiro e principal oferente do Santo Sacrifício da Missa é Jesus Cristo, e o sacerdote é o ministro que em nome de Jesus Cristo oferece este sacrifício ao Pai Eterno.

659. Quem instituiu o Santo Sacrifício da Missa?

Foi o próprio Jesus Cristo quem instituiu o Santo Sacrifício da Missa, quando instituiu o Sacramento da Eucaristia, e disse que fosse ele feito em memória da sua Paixão.

660. A quem se oferece o Santo Sacrifício da Missa?

O Santo Sacrifício da Missa oferece-se só a Deus.

661. Se a Santa Missa se oferece só a Deus, por que se celebram tantas Missas em honra da Santíssima Virgem e dos Santos?

A Missa celebrada em honra da Santíssima Virgem e dos Santos é sempre um sacrifício oferecido só a Deus; diz-se, porém, celebrada em honra da Santíssima Virgem e dos Santos para louvar a Deus neles pelos dons que lhes concedeu, e para alcançar, pela intercessão deles, em maior abundância, as graças de que necessitamos.

662. Quem participa dos frutos da Missa?

Toda a Igreja participa dos frutos da Missa, mas particularmente: 1º. o sacerdote e os que assistem à Missa, os quais se consideram unidos ao sacerdote; 2º. Aqueles por quem se aplica a Missa, e que podem ser vivos ou defuntos.

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São Pio X. Terceiro Catecismo da Doutrina Cristã: Catecismo Maior de São Pio X. Edições Santo Tomás, 2005, p. 163-166.

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sábado, 4 de dezembro de 2010

Da Santíssima Eucaristia: § 5º. Do preceito da comunhão

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Por São Pio X

644. Quando há obrigação de comungar?

Há obrigação de comungar todos os anos pela Páscoa, na própria paróquia, e, além disso, em perigo de morte.

645. Em que idade começa a obrigar o preceito da Comunhão pascal?

O preceito da Comunhão pascal começa a obrigar na idade em que a criança é capaz de recebê-la com as devidas disposições.

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Da Santíssima Eucaristia: § 4º. Da maneira de comungar

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Por São Pio X

640. Como devemos apresentar-nos no ato de receber a sagrada Comunhão?

No ato de receber a sagrada Comunhão, devemos estar de joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a sagrada Hóstia, com a boca suficientemente aberta e com a língua um pouco estendida sobre o lábio inferior. Senhoras e meninas devem estar com a cabeça coberta.

641. Como se deve segurar a toalha ou a patena da Comunhão?

A toalha ou a patena da Comunhão deve-se segurar de maneira que recolha a sagrada Hóstia, caso ela venha a cair.

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